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Tecnologia de detecção de jammer contribui para recuperar R$ 5,5 milhões em veículos, em 2025

Revista Cobertura – 20/03/2026

A antecipação do evento reduz o tempo de resposta e aumenta significativamente as chances de recuperação. Uma pick-up roubada foi localizada em apenas 11 minutos

O sistema inteligente exclusivo de detecção de jammer (ou capetinha) do Grupo Tracker – maior empresa de rastreamento e monitoramento de veículos do Brasil – preservou R$ 5,5 milhões em patrimônio ao longo de 2025, a partir da identificação de 23 ocorrências com uso de bloqueadores de sinal.

Ao todo foram 14 furtos (61%) e 9 roubos (39%). “Diferentemente do roubo, o furto costuma ser percebido horas depois, quando o proprietário retorna ao local onde o veículo estava estacionado. O alerta anti-jammer antecipa a ciência do crime e permite o início imediato da atuação operacional”, explica o gerente de Comando e Monitoramento do Grupo Tracker, Vitor Corrêa. Esta proatividade reduz o tempo de resposta e aumenta significativamente as chances de recuperação. “Chegamos a localizar uma pick-up em 11 minutos, após o acionamento do sistema, em 2025. Este é um tempo muito curto”, comemora.

Todas as ocorrências em 2025 foram registradas no estado de São Paulo, sendo 52% na capital e 13% em Guarulhos. Segundo o gerente, “a concentração na Grande São Paulo reforça a efetividade da tecnologia em áreas urbanas de alta incidência criminal e grande circulação de veículos”.

A estratégia de atuação antecipada do Grupo Tracker ocorre desde 2018. O sistema opera a partir da radiofrequência exclusiva da companhia, integrada a protocolos inteligentes de detecção de anomalias. Quando o bloqueador é acionado nas proximidades do veículo, o equipamento embarcado identifica a interferência e gera automaticamente um alerta na central de monitoramento. “Nosso time identifica o evento e entra em contato com o cliente imediatamente. Em muitos casos, somos nós que informamos que o veículo está sob risco antes mesmo de ele perceber o crime”, finaliza Vitor Corrêa.

FONTE: DOC PRESS Comunicação