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Diretor do Sindseg PR/MS participa do lançamento da Agenda Institucional do Mercado Segurador

Ramiro Dias, diretor executivo do Sindseg PR/MS, esteve em Brasília esta semana (08/04) participando do lançamento da Agenda Institucional do Mercado Segurador.

O documento, que chega à sua quarta edição, consolida as principais prioridades do setor para o corrente ano no diálogo com os Poderes Executivo e Legislativo e com entidades da sociedade civil.

“O seguro é um mecanismo de estabilização da saúde financeira das famílias, das pessoas e dos negócios em geral”, disse o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, no lançamento, ressaltando que mantém diálogo constante com parlamentares que atuam na defesa do setor e acompanha de perto a produção legislativa relacionada ao seguro.

O diretor executivo do Sindseg PR/MS aproveitou a oportunidade para buscar apoio do Diretor de Assuntos Corporativos e Relações Sindicais da CNseg, André Nunes, para ações de promoção do setor na Semana do Seguro, que será realizada em junho em Curitiba.

Discurso

Durante sua fala, o presidente da CNseg destacou avanços institucionais registrados no último ano. Entre eles, citou a evolução da reforma tributária no que se refere ao setor de seguros, cujo texto final foi considerado satisfatório em termos de impacto econômico, embora represente desafios operacionais para seguradoras e corretoras.

Entre as iniciativas institucionais recentes, o executivo mencionou ainda a elaboração do Guia de Seguros e Capitalização para Concessões e Parcerias Público-Privadas, desenvolvido em parceria com o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) e o Ministério de Portos e Aeroportos, com o objetivo de ampliar o uso de soluções securitárias em projetos de infraestrutura.

Apesar dos avanços, o presidente da CNseg enfatizou que o maior desafio do setor continua sendo a ampliação da cobertura securitária no país. Segundo ele, a baixa penetração de seguros gera impactos econômicos relevantes, sobretudo em áreas expostas a riscos elevados.

Um exemplo citado foi o seguro rural, cuja ausência ou baixa cobertura amplia o endividamento dos produtores e gera custos adicionais para o próprio Estado. Oliveira também mencionou eventos climáticos recentes, como enchentes, nas quais apenas uma pequena parcela das perdas foi coberta por seguros.