A estratégia acompanha um cenário de forte expansão das PMEs no Brasil. Segundo dados do Sebrae divulgados pela companhia, mais de 5,1 milhões de empresas foram abertas em 2025, sendo que 96% desse total corresponde a pequenos negócios.
Na prática, o movimento mostra uma mudança importante no mercado: empresas menores passaram a buscar soluções mais completas de proteção patrimonial, responsabilidade civil e continuidade operacional.
Entre as novidades do produto estão coberturas para desmoronamento, pequenas reformas, roubo de bens de clientes e proteção para equipamentos cinematográficos um indicativo de que o seguro PME começa a mirar negócios cada vez mais específicos e personalizados.
Outro ponto que chama atenção é a ampliação da cobertura de Responsabilidade Civil Ampla para setores com forte contato com o público. Para o corretor, isso abre espaço para atuação mais consultiva junto a empresas expostas a riscos operacionais e possíveis ações de terceiros.
Segundo Fábio Morita, diretor executivo de Automóvel, Massificados e Vida da Allianz Seguros, o objetivo é tornar o produto mais flexível para acompanhar as necessidades dos empreendedores. “As pequenas e médias empresas têm necessidades cada vez mais específicas e essa reformulação foi criada justamente para trazer ainda mais flexibilidade”, afirma.
A seguradora também destacou crescimento de 38% no produto Empresa PME no último ano, encerrando o período como a segunda maior seguradora da modalidade.
Além das coberturas, a companhia aposta em facilidade operacional para o corretor. O seguro pode ser contratado de forma totalmente online e, em atividades mais simples, a emissão da apólice exige apenas 13 campos de preenchimento, com sugestões automáticas de enquadramento da atividade.
O produto ainda inclui serviços de assistência empresarial, como limpeza de caixa d’água, manutenção de portas e portões, desinsetização, limpeza de ar-condicionado e verificação de extintores.
Para o mercado, o avanço das soluções PME reforça uma tendência cada vez mais forte: o pequeno empresário começa a enxergar o seguro não apenas como custo, mas como ferramenta de continuidade do negócio, especialmente em um cenário de maior exposição a riscos operacionais, climáticos e jurídicos.

